Muito tempo sem escrever aqui dá nisso... Três posts de uma vez.
Na verdade, se eu fosse postar algo por esses dias seria somente resenhas e textos de faculdade.
Eita, e nem começaram as provas ainda.
Au revoir!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Variações

Tem dias que prefiro ser uma lunática solitária;
outros prefiro ser uma carente desejosa de amigos.
Noutros, gosto de ser cientista e descobrir fórmulas;
outros prefiro a conformidade daquilo que já descobriram em meu lugar.
Tem dias que preciso de sorrisos e gargalhadas altas e escandalosa para me sentir feliz;
outros, apenas um sorriso, único e maroto, realiza em mim a grandiosidade da felicidade.
Noutros, quero minhas lágrimas todas rolando, purificando minha alma;
outros, o que mais quero é que elas sequem.
Tem dias que tudo parece nuvem densa e solidão;
outros, tudo cor e harmonia.
Noutros, ainda, prefiro usar o preto;
outros, contudo, desejo somente o branco.
Tem dias que eu quero sol, praia, alegria e rua;
outros, nada além de um edredon e um bom filme.
Noutros quero escrever um livro;
outros, ainda, quero só fotografar.
Tem dias que quero ganhar a vida viajando para além do horizonte ao meu redor;
outros, descobrir horizontes internos me satisfazem.
Noutros, quer um abraço longo, destemido e sem pressa;
outros ainda, quero mil-e-um abraços num espaço de tempo de 30 minutos.
No fundo no fundo, quero tudo e seu reverso, praticamente ao mesmo tempo.
Eu quero é vida.
Interrogação

Pensar: derivada da palavra latina pensare, que significa pesar. Compreendo assim que ao pensarmos, julgamos os atos do pensamento e da razão.
Pensar é ponderar elementos novos com aqueles que outrora adquirmos.
Pensar é um ato livre e inato. Ao exercermos essa liberdade, recolhemos fragmentos que julgamos interessantes e assim, avaliamos aquilo que se apresenta a nós em forma de pensamento.
Pensar é julgar, ao pensarmos comparamos, inevitavelmente, fatos novos com os anteriores. E, dessa forma, integramos ou excluimos elementos externos a nossos elementos internos.
Pensar é também concluir, se estamos certos ou não. Onde chegamos ou onde estamos.
Para alguns, pensar é apenar um verbo intransitivo, que não almeja, mas aceita, complementos.
Para mim, pensar é mais que meditar, refletir, julgar, pesar, ponderar. Pensar mais que tudo é um ato livre de fuga para dentro de nós. Onde ninguém mais consegue ir.
Penso, logo insisto!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
FRIENDS, 15 anos.

15 recordações dos FRIENDS mais queridos do mundo...
Aquele que Joey aprende francês com Phoebs;
Aquele do Chandler na caixa;
Aquele que Ross concebe "Rachel" em casamento e não Emily;
Aquele com o pedido de casamento de Chandler a Monica;
Aquele que Rachel dando luz a Emma;
Aquele que Phoebs dá luz aos trigêmeos de seu irmão;
Aquele que poderia ter sido [e não foi];
Aquele onde Joey enfia o peru na cabeça;
Aquele em que Phoebs tem medo de ir ao dentista por não querer que ninguém morra;
Aquele em que Ross toca gaita de fole e faz o "seu som";
Aquele em que Rachel coloca bife na sobremesa e deixa com gosto de pé;
Aquele com a casa de boneca, principalmente da Phoebs;
Aquele que Ross usa calça de couro;
Aquele de quando Ross faz clareamento nos dentes e bronzeamento artificial;
Aquele em que todos descobrem de Chandler e Monica;
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Murphy, volta da volta ao mundo...

Anão de jardim reaparece após 'volta ao mundo'. Um anão de jardim britânico chamado Murphy correu o mundo depois de ser roubado do jardim de uma casa, na cidade britânica de Gloucester. Como na história do filme "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" ele foi devolvido junto com um álbum de fotos que mostrava o boneco em 12 países diferentes. Durante anos, Murphy ficou plantado em frente à casa, vendo carros passarem. Um belo dia, desapareceu. A dona do boneco conta que o anão voltou um pouco danificado. Apareceu na porta da frente com um embrulho. Dentro dele, o bem cuidado álbum com fotografias da "volta ao mundo". Depois das aventuras, Murphy está de volta à companhia dos outros moradores do seu jardim britânico.
Á jato do site BBC BRASIL
15 de setembro de 2009.

Dia nublado, chuvoso.
Cinzento, da mesma forma que minha alma.
Não vejo cores nela. Nem no meio dia que se aproxima.
Choveu quando esperava não chover, aconteceu o reverso do que desejei e descubro dentro da minha ferida aberta, molhada por minhas lágrimas: quanto mais planejamos, mais esperamos, mais nos decepcionamos com o que nos contraria.
Quando nossos desejos e nossas vontades se chocam com aquilo não está esperando e desejando por nós.
Mais difícil do que realizar algo que nos parece impossível, é nos convencer de que, de alguma forma, aquilo não seria bom para nós.
Enquanto espero o dia interminável terminar, conto o tempo no balançar do lento e incansável ponteiro dos segundos.
[Termina logo dia, termina...]
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Imperecível...
"O que a memória ama, fica eterno. Amo com a memória, imperecível."
[Adélia Prado]
Trago na alma fragmentos da literatura, do pensamento, do amor imperecível pela arte dessa mulher. Porta-bandeira de si mesma, sua tristeza não tem pedigree e carrega esse cargo pesado... carregamos juntas, somos mulheres.
[Adélia Prado]
Trago na alma fragmentos da literatura, do pensamento, do amor imperecível pela arte dessa mulher. Porta-bandeira de si mesma, sua tristeza não tem pedigree e carrega esse cargo pesado... carregamos juntas, somos mulheres.
Escrevo e ponto.

Escrever, para mim, é um ato invólucro, solitário e egoísta.
Escrevo para me inserir num mundo que é só meu, não preocupo-me com o outro e com sua opinião a meu respeito.
Escrevo para envolver-me a mim mesma na alegria do mundo imenso que cabe somente em mim.
Escrevo para saciar a chama que arde e abrasa, incendeia a alma, numa condição de unicamente fazê-la amenizar-se do calor que emana de si. A palavra em minha alma é como uma brisa leve.
Escrevo para que minha alma não sofra de solidão e para que minha mente não se culpe por isso.
Escrevo para fazer ecoar dentro desse imenso ser um amor que existe e que se pode fazer ver.
Escrevo porque as palavras surgem diversas, imensuráveis, efervescente, serelepes e não posso me deter diante de um papel: lhes dou vida.
Cumpro a sina, faço o que nasci pra fazer: amar em palavras.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Na infância asstindo Chaves aprendemos que...
Se você é jovem ainda, amanhã velho será
Você pode dever 14 meses de aluguel que não será despejado
As crianças mexicanas aparentam ter 40 anos
Uma pessoa pode sobreviver à base de sanduíches de presunto
Santanás é um amável cachorrinho
A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena
Bruxas existem, e moram no 71
Quando um homem e uma mulher se encontram e ao fundo toca uma música romântica, qualquer ação de separá-los será inútil...
Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar
As pessoas boas devem amar seus inimigos
Quando Chapolim Colorado e Chaves se encontram, um deles fica sem sombra
[Á jato do Paraibano Voador]
Você pode dever 14 meses de aluguel que não será despejado
As crianças mexicanas aparentam ter 40 anos
Uma pessoa pode sobreviver à base de sanduíches de presunto
Santanás é um amável cachorrinho
A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena
Bruxas existem, e moram no 71
Quando um homem e uma mulher se encontram e ao fundo toca uma música romântica, qualquer ação de separá-los será inútil...
Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar
As pessoas boas devem amar seus inimigos
Quando Chapolim Colorado e Chaves se encontram, um deles fica sem sombra
[Á jato do Paraibano Voador]
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
É o Que Me Interessa - Lenine

Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem
Quem vai virar o jogo e transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado só de quem me interessa
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o teu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa
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